Depressão e Mediunidade

Depressão e Mediunidade

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Depressão e Mediunidade

Autores: Jairo Avelar, Célio Allan Kardec, Wanderley Oliveira e Wander Lemos

Sob a Ótica da Doutrina Espírita, da Psiquiatria e da Psicologia

Editora: Itapuã Formato: 15,5 x 22,5 x 1,5

Páginas: 250 Publicação: 1995  Edição: 11ª/2011  

A Constituição da Organização Mundial da Saúde (OMS) declara que a “(...) saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não consiste apenas na ausência de doença (...).”  Para a Doutrina Espírita, que considera o ser humano como um todo, dentro do contexto físico-espiritual, saúde é o estado de plenitude espiritual, ou seja, de completo bem-estar.  Bezerra de Menezes, por intermédio da psicografia de Divaldo Pereira Franco esclarece que “é muito tênue a linha que divide o equilíbrio do desequilíbrio”; e é justamente este cruzar de linha, que tem arrastado milhões de seres às mais variadas formas de psicopatologia. A falta de motivação para viver, a amargura, o pessimismo renitente sempre levaram o ser a descrença, culminando muitas vezes na depressão.  Muito se tem pesquisado a respeito etiopatogenia e tratamento dessa doença, mas apesar dos grandes avanços, tanto no conhecimento como na terapêutica; e muito ainda estar por ser esclarecido a fim de que possamos nos ver livres desse mal.  A depressão remonta a eras priscas da humanidade, desde Hipócrates a medicina estuda a depressão.  Muito comum em todas as etapas da vida. A depressão resulta de um comportamento anormal em que a perturbação maior está na afetividade.  A medicina afirma existirem fatores psicológicos, bioquímicos e psicológicos envolvidos em suas causas e incidências; contudo, consideramos importante acrescentar fatores morais e espirituais suscetíveis também de causar a depressão. No livro “Ação e Reação”, encontramos que “em todos os planos do Universo, somos Espírito e manifestação, pensamento e forma. Eis o motivo por que, no mundo, a Medicina há de considerar o doente como um todo psicossomático, se quiser realmente investir-se da arte de curar.”  Há ainda muito que avançar na busca das verdades definitivas e nenhuma ciência ou doutrina, isoladamente, soluciona as graves questões relacionadas com a felicidade do ser humano.



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